sábado, 16 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Os contos de fadas
Os contos de fadas ou contos maravilhosos são uma variação do conto popular ou fábula. Partilham com estes o fato de serem uma narrativa curta cuja história se reproduz a partir de um motivo principal e transmite conhecimento e valores culturais de geração para geração, transmitida oralmente, e onde o herói ou heroína tem de enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal. Nos contos, que muitas vezes começam pelo "Era uma vez", para salientar que os temas não se referem apenas ao presente tempo e espaço, o leitor encontra personagens e situações que fazem parte do seu cotidiano e do seu universo individual, com conflitos, medos e sonhos. A rivalidade de gerações, a convivência de crianças e adultos, as etapas da vida (nascimento, amadurecimento, velhice e morte), bem como sentimentos que fazem parte de cada um (amor, ódio, inveja e amizade) são apresentados para oferecer uma explicação do mundo que nos rodeia e nos permite criar formas de lidar com isso.
Entre os grandes autores, além do irmãos Grimm, encontram-se o francês Charles Perrault, que deu vida à Chapeuzinho Vermelho, Bela Adormecida, Pequeno Polegar e Gato de Botas; Andersen, que nos presenteou com a história do Patinho Feio; Gabrielle-Suzanne Barbot, a Dama de Villeneuvee com a Bela e a Fera e Charles Dickens, com o Conto de Natal e a história de Oliver Twist. No Brasil, a maior conquista foi Monteiro Lobato, cuja a obra ainda hoje serve de base ao início literário de muitas crianças.
Caracteristicamente os contos envolvem algum tipo de magia, metamorfose ou encantamento, e apesar do nome, animais falantes são muito mais comuns neles do que as fadas propriamente ditas. Alguns exemplos: "Rapunzel", "Branca de Neve e os Sete Anões" e "A Bela e a Fera".
terça-feira, 8 de julho de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Ariel... A pequena Sereia
Nele a Pequena Sereia não tem nome e é imortal, ao apaixonar-se por um mortal ela procura a Bruxa do mar para a ajudar a assumir a forma humana, no processo a sereia abdica da sua imortalidade e da sua voz.
A sereia deveria conquistar o amor do mortal, caso contrário o feitiço quebraria e ela se transformaria em espuma do mar, algo pior do que a morte, porque as sereias não têm alma.
Como a sereia falha, as suas irmãs com pena dela trocam os seus belos cabelos por um punhal com o qual a sereia deve matar o homem que ama para quebrar a maldição. Mas em nome do amor ela abdica da sua existência e joga-se nas águas no mar transformando-se em espuma.
Bem o conceito de amor é bastante igual em ambas as histórias, mas na adaptação da Disney Ariel não abdica do seu amor nem da sua vida, luta para o ganhar e acaba por conquistar Eric e ganhar as suas pernas e a sua voz de volta. Já Christian Andersen dá uma reviravolta na história e mata a Seria no final. A história original é claro que é baseada nas antigas histórias de monstros e seres sobrenaturais, segundo as antigas histórias gregas as Sereias eram belos seres imortais, lindo e com uma bela voz que atraiam os navegadores mais incautos para o fundo do mar com a sua voz hipnótica. Foi a partir desses antigos contos que Andersen se baseou para criar um ser místico, imortal, de voz fantástica e rico em beleza, mas sem uma alma humana.
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